quarta-feira, 13 de abril de 2011

COMO MONTAR UMA PILHA...

COMO MONTAR UMA PILHA...
Um pouco de história pilha elétrica foi inventada pelo físico
italiano Alessandro Volta em 1800. A sua pilha original não tinha a
disposição indicada na figura anterior.
Era composta do seguinte modo: um disco de cobre, sobre ele um disco
de feltro embebido em ácido sulfúrico diluído em água, depois um disco
de zinco, sobre este, outro disco de feltro embebido em ácido
sulfúrico diluído, depois outro disco de cobre, e assim
sucessivamente. Esses discos eram colocados um sobre o outro de
maneira a formar uma pilha. Daí se originou o nome que até hoje se
conserva para esses geradores.
QUE TAL UMA PILHA DE LIMÃO? INTERESSANTE NÃO? Veja ...
 
Materiais necessários: 3 limões, 3 moedas de cobre (5 cêntimos), 3 parafusos zincados (ou rebites), 4 cabos elétricos com terminais de crocodilo, 1 LED, 2 etiquetas autocolantes.
Ferramentas necessárias: Lápis, Faca, Multímetro.

Para mais informações:


Yago Schmmit – 55 – 2 ano C - Batel


quarta-feira, 6 de abril de 2011

TRANSFERÊNCIA DE CALOR E EQUILÍBRIO TÉRMICO

Esta pesquisa tem o objetivo de verificar como ocorre a transferência espontânea de calor entre objetos que estão em contato um com o outro. Verificamos que esta transferência acontece sempre do objeto mais quente para o objeto mais frio. Quando isto ocorre, os dois objetos ficam com a mesma temperatura. Este efeito é chamado de Equilíbrio Térmico.
A transferência de calor entre objetos está presente em diversos momentos de nossa vida. Podemos sentir sua presença todos os dias na cozinha de nossas casas quando preparamos nossos alimentos ou quando esperamos que ele resfrie para que possamos comer. Neste momento, o alimento esfria e fica na mesma temperatura do ambiente e a este fenômeno chamamos de equilíbrio térmico.
            Podemos dizer que ocorreu troca de calor entre os dois corpos até que ambos atinjam a mesma temperatura. A cozinha esquenta por que recebeu o calor dos objetos que foram aquecidos em seu interior.


Guilherme Jorge Magnoler - 28 - 2C - Batel

Fonte: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/8924/transfer%C3%AAncia%20de%20calor%20e%20equeil%C3%ADbrio%20t%C3%A9rmico.pdf?sequence=1

MOTOR ELÉTRICO - Uma aplicação muito útil de eletricidade e magnetismo

Motor elétrico é um maquina destinada a converter energia elétrica em energia mecânica. É o mais utilizado de todos os motores elétricos, pois combina a facilidade de transporte, economia, baixo custo, limpeza e simplicidade de comando. São maquinas de fácil construção e fácil adaptação com qualquer tipo de carga.
As máquinas que atualmente conhecemos não produzem energia, elas convertem outros tipos de energia em energia mecânica para que possam funcionar. Assim como já dizia Lavoisier: “Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Ou seja, nada pode ser criado do nada, apenas transformado de algo já existente. Um exemplo disso é o liquidificador. Ele converte a energia elétrica em energia mecânica para que possa processar os alimentos.
Hoje, em face de grande necessidade de se poupar a camada de ozônio da emissão de gases poluentes, os motores elétricos estão sendo largamente utilizados em veículos automotores com o intuito de economizar energia e poupar o meio ambiente. Gases poluentes, como o dióxido de carbono que é liberado dos escapamentos dos veículos automotores e das chaminés das fábricas, têm um grande poder de destruição na camada de ozônio.
O funcionamento dos motores elétricos esta baseado nos princípios do eletromagnetismo, mediante os quais, condutores situados num campo magnético e atravessados por corrente elétrica, sofrem a ação de uma força mecânica, força essa chamada de torque.
Existem vários tipos de motores elétricos, dos quais os principais são os de corrente continua e de corrente alternada. Os motores de corrente continua são mais caros, pois é necessário um dispositivos que converte a corrente alternada em corrente contínua. Já os motores de corrente alternada são mais baratos e os mais utilizados, pois a energia elétrica é distribuída em forma de corrente alternada, reduzindo assim seu custo.
Corrente contínua possui fluxo continuo e ordenado de elétrons sempre na mesma direção.
Corrente alternada é uma corrente cuja magnitude e direção varia ciclicamente. Ou seja, há variação de corrente elétrica, ao contrário da corrente contínua.

Acima está a figura de um esquema simplificado de um motor elétrico. Ele possui um imã que produz um campo de indução magnética, um cilindro onde estão os condutores e fios que são ligados a um gerador.





Vitor Cassaniga - 54 - 2C - Batel

BÚSSOLA DE COPO D'ÁGUA - Uma bússola de construção simples

As propriedades básicas observadas em materiais magnéticos são explicadas pela existência de dois pólos diferentes no material. A esses pólos se dão os nomes de pólo norte e sul. Pólos de mesmo tipo se repelem e pólos de tipos opostos se atraem. A esta configuração de dois pólos dá-se o nome de "dipolo magnético". O dipolo magnético é a grandeza que determina quão forte é o ímã e sua orientação espacial pode ser representada por uma flecha que aponta do pólo sul para o pólo norte.

Para cada material, a interação entre seus átomos constituintes determina como os dipolos magnéticos dos átomos estarão alinhados. Sabe-se que dois dipolos próximos e de igual intensidade anulam seus efeitos se estiverem alinhados anti - paralelamente; somam seus efeitos se estiverem alinhados paralelamente.

A detecção se dá na forma de alinhamento, ou seja, a agulha da bússola é um pequeno ímã e como os ímãs podem ser atraídos ou repelidos por outros ímãs ou por campos magnéticos próximos. Logo, quando uma bússola é posta na presença de um campo magnético, a atração e a repulsão se manifestam simultaneamente, na forma de rotação parcial ou completa desta agulha em relação à sua posição anterior. Ou seja, a agulha alinha-se com o campo detectado.

Para construirmos uma bússola de copo d'água, magnetizamos uma agulha de costura e a colocamos para boiar num copo d'água, com o auxílio de um pedaço de papel.
Como todas as bússolas, esta também precisa ter sua agulha livre para girar e apontar na direção do campo detectado e por esse motivo ela foi posta para boiar sobre a água.
As bússolas normalmente tem uma de suas extremidades pintada de vermelho, que aponta aproximadamente para o pólo norte geográfico da Terra. O norte magnético da Terra não coincide com o pólo norte geográfico: são praticamente opostos (figura abaixo). Logo, podemos concluir que a ponta pintada de vermelho das bússolas é o pólo norte magnético da agulha, que aponta para o pólo sul magnético terrestre.


Para descobrir a polaridade com que foi magnetizada a agulha de sua bússola, é preciso que se saiba de antemão onde está localizado o norte geográfico da Terra. Se sua bússola está voltada para a direção norte-sul geográfico, a extremidade que está voltada para o norte geográfico terrestre, será o pólo norte magnético de sua agulha.


Felipe Reinhardt de Azevedo - 19 - 2C - Batel

Fonte: http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/ele16.htm

o DISSIPAÇÃO DE ENERGIA TÉRMICA - A perda de energia em fenômenos térmicos.

Durante o aquecimento de um material, ocorre dissipação de energia térmica.
O que determina a temperatura de um material é a quantidade de energia térmica que o material possui. Fornecendo mais energia térmica para o material, sua temperatura aumenta.
Exemplo: a chama de uma vela é uma fonte contínua de energia térmica enquanto a vela estiver acesa. Então, se colocamos um objeto próximo à chama ou na chama da vela, este objeto está recebendo energia térmica continuamente. Portanto sua temperatura deveria aumentar continuamente enquanto houver fornecimento de energia térmica para o objeto. No entanto, se colocamos um pedaço de ferro na chama de uma vela, a temperatura do pedaço de ferro não aumentará continuamente, pois se isso ocorresse aconteceria a fusão do ferro, assim como ocorre a fusão do gelo quando sua temperatura aumenta além de zero graus Celsius.
 O que acontece é que sempre que houver desequilíbrio de temperatura, a energia térmica se propagará de um lugar de maior temperatura para um lugar de menor temperatura. É por isso que a barra de ferro colocada na chama da vela não se aquece continuamente, pois a energia térmica se dissipa pelo ambiente que possui uma temperatura menor que o ferro aquecido.

Rebeca Rosa Ribeiro - 46 - 2C - Batel




PRODUÇÃO DE CALOR POR COMBUSTÃO

Pode-se obter energia térmica por pelo menos três formas: por atrito, resistência elétrica e combustão.
Na combustão ou queima de materiais ocorre a transformação de energia química em energia térmica.
Exemplo: a queima do gás no fogão de cozinha.
Na queima de materiais há liberação de calor porque os gases que resultam da combustão estão numa temperatura muito maior que a do meio ambiente. Há propagação de energia térmica dos gases para todo o ambiente ao seu redor devido a essa diferença de temperatura.                                         
Para absorver a maior quantidade possível de calor, coloca-se um objeto que se deseja aquecer diretamente em contato com os gases produzidos pela combustão.
  
Rebeca Rosa Ribeiro - 46 - 2C - Batel

Estados Físicos da matéria

Uma vez que os fenômenos da termologia são interpretados pelo grau de agitação térmica de átomos ou moléculas de um corpo, é conveniente relembrar os estados físicos que ela pode apresentar.
            Sempre que se fala nos estados físicos da matéria, pensa-se em sólido, líquido e gasoso. O que normalmente não se percebe é que, para cada estado físico de uma substancia, estão associadas quantidades diferentes de energia.
            No estado sólido há pouca mobilidade dos constituintes da matéria e, consequentemente, menor energia associada a ele. Em líquidos há maior mobilidade dos constituintes da matéria e, portanto, maior energia que no estado sólido. No estado gasoso os constituintes da matéria ocupam todo o volume que os contém. O gás apresenta mobilidade bem maior, cujas restrições estão apenas nas colisões entre partículas e nas colisões das partículas com as paredes do recipiente.
Mudança de Estado Físico:
             Quando se aquece um sólido, transfere-se energia térmica para ele. Essa energia faz a temperatura elevar-se até o sólido começar a derreter. Enquanto houver duas fases de matéria (sólida e líquida), a temperatura não se modifica. Somente após o derretimento completo do corpo ocorre novo acréscimo de temperatura. Caso a transferência de energia térmica para o corpo continue, sua temperatura eleva-se até o líquido transformar-se em vapor. Retirando-se energia térmica do corpo, no estado gasoso, obtém-se o processo inverso. Cada processo que envolve mudança de estado físico recebe uma denominação:




Gabriella Eduarda Jacomel - 25 - 2C - Batel

Fonte: Apostila Dom Bosco.